Falsificador
O ‘dinheiro’ foi encontrado na casa do André Rodrigues da Silva, no Parque dos Buritis, zona norte.
Há pelo menos um ano, as polícias, Federal, Civil e Militar, vêm investigando o derrame de notas falas em Macapá. E na madrugada de sexta para sábado, por volta de 1 hora, a Companhia de Radiopatrulha Motorizada (CRPM) prendeu em flagrante, o André Rodrigues da Silva, acusado de produzir, repassar e vender cédulas falsas. Segundo a guarnição que efetuou a prisão, pelo menos, 1.250 reais foram encontrados na casa dele, e mais 5 notas de R$ 50,00 que estavam em sua carteira. A prisão do André ocorreu em um bar localizado próximo da Ponte Sérgio arruda, no bairro Pacoval. Segundo a polícia, ele estava bebendo e resolveu pagar a conta com dinheiro Falso. O proprietário do bar identificou que as notas não eram autênticas e resolveu chamar a polícia. A VTR da CRPM, que fazia a rota 05, se deslocou até o bar e fez a abordagem do elemento. Os policiais encontraram cinco notas de cinquenta reais falsificadas dentro da carteira do infrator. Quando interrogado, André confessou que em sua residência havia outras notas. A polícia efetuou uma busca dentro do domicílio localizado no Parque dos Buritis e foi encontrada uma quantia equivalente à 1.250,00 reais grosseiramente copiados. A guarnição da Radiopatrulha, comandada pelo cabo R. Lopes, prendeu, ainda, o Jaíres Nery, acusado de estar na companhia de André, repassando as cédulas. Informações da PM apontam outros locais de fabricação e venda de notas falsas em Macapá, que já estão sendo investigados. Dentre os locais investigados, está o conjunto Barcellos e bairro Brasil Novo, onde a venda de notas ocorre principalmente durante a noite. O delegado da Polícia Civil, Ericláudio Alencar, que também faz investigações nesse sentido, informou que o material é produzido de forma grosseira e pode ser facilmente identificado. “A polícia civil está na cola desses fabricantes, e já sabemos que eles usam copiadoras comuns para reproduzir notas de 50 e 10 reais, que são as mais encontradas em circulação. Algumas pessoas já foram presas, porém a maioria é vítima da ação dos falsificadores”, explica o delegado. Ericláudio Alencar ressalta que há duas situações envolvendo dinheiro falso, que é a fabricação e o repassasse, porém nas duas, a pessoa pode ser presa e mandada para o IAPEN. “Os criminosos serão presos e quem for pego usando esse tipo de cédulas também será detido e mandado para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN). Repassar notas, assim como fabricar, é crime e dá cadeia; contudo o alvo principal da Polícia Civil é a origem do dinheiro”, alerta o delegado.
Foto: Equipe da CRPM
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