Investigação
O crime ocorreu no final de junho. A polícia encontrou a carteira de identidade dele no local. Há testemunhas que mantêm as acusações.
Raimundo Costa Corrêa é apontado como o principal suspeito de um homicídio ocorrido na zona norte da cidade no final de junho. Segundo informações de testemunhas do crime, foi ele quem atirou contra a cabeça do Rogério Pereira de Lima, de 28 anos, e ainda teria ferido o irmão da vítima no pescoço também usando arma de fogo. Ele pode ter a prisão preventiva decretada pela justiça.
Esse crime ocorreu na madrugada do dia 28 de junho desse ano no bairro Novo Horizonte. Nessa semana, ele se apresentou acompanhado de seu advogado na delegacia do Novo Horizonte, onde prestou esclarecimento e foi liberado. A princípio, o acusado irá acompanhar o andamento do processo em liberdade, mas a Polícia Civil tem provas que fundamentam as acusações.
Em seu depoimento, Raimundo Corrêa negou a autoria do assassinato, mas os relatos de algumas testemunhas o apontam como autor dos disparos. Desde o crime, a Polícia Militar do 2º Batalhão vinha mantendo o policiamento ostensivo nas baixadas à procura do acusado. Vulgo Téia também é acusado de ter acertado outros dois tiros no irmão do Rogério, o Augusto César Silva, baleado no pescoço e na altura do ombro. O crime ocorreu na Rua Maria da Silva Xavier, 2828, por volta de 22 horas de domingo (28). Segundo moradores, existia uma rixa entre os envolvidos. Todos os três são conhecidos do comando do 2º Batalhão pela prática de delitos.
A testemunha-vítima, Augusto César Pereira de Lima, também confirmou que foi o Téia quem efetuou o disparo que matou seu irmão Rogério. Augusto disse, ainda, que estava bebendo na companhia da vítima e do suposto criminoso, quando de repente, iniciou-se uma discussão. De acordo com seu depoimento, o Téia teria sacado a arma e disparado três vezes. Uma das balas acertou a cabeça do Rogério que morreu na hora. Antes de fugir, Raimundo deixou no local sua carteira profissional que foi entregue “nas mãos” da Polícia Civil.
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